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sábado, 9 de abril de 2016

Opinião: "Quatro"


Título: Quatro - Histórias da Série Divergente
Autora: Veronica Roth
Edição/reimpressão:2015
Páginas: 208
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04725-0


SINOPSE
Dois anos antes de Beatrice Prior ter feito a sua escolha, o filho de 16 anos do líder dos Abnegados fez o mesmo. A transferência de Tobias para os Intrépidos é a última oportunidade para um recomeço. Na nova fação não será conhecido pelo nome que os pais lhe deram, pois não permitirá que o medo o reduza a uma criatura indefesa.
Agora conhecido como "Quatro", Tobias depressa descobre que os Intrépidos foram a opção certa. No entanto, a Iniciação é apenas o começo, pois Quatro terá de conquistar o seu lugar na hierarquia da nova fação. As suas decisões afetarão futuros Iniciados, além de deixarem a descoberto segredos que poderão ameaçar o seu próprio futuro - e o futuro de todo o sistema de fações.
Dois anos depois, Quatro quer intervir, mas hesita no caminho a seguir. A primeira pessoa a saltar para a rede pode mudar tudo. Com ela, a solução para mudar o mundo pode tornar-se mais clara. Com ela, ser simplesmente Tobias volta a ser uma possibilidade.
Para os fãs da saga Divergente, pela autora bestseller do New York Times Veronica Roth, surge Quatro, um volume complementar que inclui quatro novas histórias anteriores à narrativa principal e três cenas exclusivas de Divergente - todas contadas do ponto de vista de Tobias Eaton.

OPINIÃO
Acabei de ler este livro a 6 de abril de 2016 e dou-lhe três estrelas.
Soube-me bem regressar ao cenário de Divergente e recordar algumas das personagens, saber que não se "perderam" no esquecimento, com o tempo.
Este livro em si recupera o corajoso Eaton enquanto Tobias, a sua transformação em Quatro e alguns momentos com Tris. Ficamos a saber, da perspetiva de Quatro: como foi a sua infância, o seu momento de rebeldia, a cerimónia da escolha, a sua adaptação nos Intrépidos, como chegou a instrutor, conhecemos Amar, somos introduzidos à noção de Divergente e às suas consequências, sendo ainda apresentadas as primeiras linhas da conspiração de Jeanine e momentos partilhados com Tris, como a incursão da paisagem dos medos de Quatro. E mais não digo; há que ler o livro.
Dou três estrelas ao livro, precisamente porque é um "sabe a pouco"; são fragmentos de uma história maior, vêm enriquecê-la, mas que não são suficientes. 
De qualquer modo, foi bom reencontrar Quatro e Tris. Quem sabe se Veronica Roth não decide voltar a pegar em Quatro e contar o que lhe aconteceu nesse novo mundo que nos foi apresentado no último livro da trilogia? Sugestão para a autora, ehehe ;-)

sábado, 16 de janeiro de 2016

"Insurgente" divergente...



Ahhhh...! Não há nada como uma sexta à noite enrolada numa manta quentinha, instalada no sofá, a ver um bom filme. E o filme desta noite foi "Insurgente", baseado no segundo volume da série "Divergente", de Veronica Roth.
Já li os três livros da série e, como gostei, quando soube que este segundo filme ir passar no TVCine 1 (publicidade à parte), decidi aproveitar a oportunidade para vê-lo.
Não me desapontou. Okay, uma franzidela de sobrolho aqui, uma torcidela de nariz ali. Por exemplo, o Marcus tinha um papel bem mais ativo no livro e, na película, é praticamente eclipsado. E uma caixa com uma mensagem? Hum... não me lembro de caixa nenhuma. As provas não eram supostamente para a Janine perceber como funcionava o cérebro de um Divergente? No final, aquela gente toda a rumar à muralha? Não eram só 5 ou 6 os que foram? Etc... 
Lá se levanta a eterna discussão do sexo dos anjos. O filme é "baseado em", não necessariamente o seu retrato fiel. Tenho vindo a aprender a separar as histórias e a vê-las como elementos separados e, em alguns casos, quando o livro me desaponta, até faço figas para que o filme o supere e me dê a ação, o romance, o terror, o final que mais me agradaria. Em relação a "Insurgente" tiro o chapéu à equipa cinematográfica, porque acho que souberam dar a volta à coisa e, no geral, o resultado foi bem conseguido.
Do terceiro filme espero mais ação. E quem sabe se o final nada tem de "Convergente" com o desfecho do livro? Até gostava disso, já que o fim me deixou ligeiramente chateada (embora gabe a Veronica Roth a coragem de escolher tal rumo para Tris). 
Bem, e para rematar a noite, venham de lá mais umas páginas de "Anna Dressed in Blood", de Kendara Blake.
Boas leituras e bom fim de semana!

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Opinião da série "Divergente"

Olá!
Tenho andado muitoooo afastada do blogue, é verdade. O que tenho feito? Trabalhado muito, não só na ocupação habitual, mas também na associação cuja direção integro. 
A escrita... bem, infelizmente não tenho conseguido desenvolver muito o novo projeto. Tenho 60 e poucas páginas e mal consigo ter tempo para escrever e quando arranjo tempo livre, estou tão saturada do computador que nem consigo ligá-lo para escrever. É uma situação complicada e difícil de dar a volta. Basicamente, vou demorar um bocadinho até que tenha um novo projeto concluído. 
Mas tenho lido! Em novembro de 2014 li "Divergente", de Veronica Roth e nas últimas semanas decidi concluir a leitura da trilogia. Embora já tenha publicado a opinião de "Divergente" aqui (http://rutecanhoto.blogspot.pt/2014/12/opiniao-divergente-veronica-roth.html), vou escrever uma opinião geral da série.


Concluí então a leitura da trilogia a 13 de agosto de 2015 e dou quatro estrelas a todos os livros.
Gostei bastante do primeiro volume. Como referi no post que escrevi na altura "foi fácil acompanhar a narrativa e perceber a divisão entre as fações e o que é esperado de cada uma delas. Também gostei da Beatrice e da maneira racional como opera, em regra geral. Sabe as suas limitações e tenta compensá-las da melhor forma possível, de modo a que não se tornem numa desvantagem. Ainda sobre as personagens, achei uma pena o que a autora reservou para a mãe da Tris, pois acho que tinha muito mais para dar."
O segundo volume também me cativou e parti logo para o terceiro. A história das experiências genéticas foi um bocadinho estranha ao início e aquelas explicações todas de rajada foram um pouco confusas. No final, as noções já se tinham entranhado e tornou-se mais fácil perceber, mas continuei sem gostar muito da ideia. O que detestei mesmo foi o final. É verdade que a vida não é um mar de rosas e dá muitas voltas, muitas vezes desagradáveis, mas tinha esperança num final feliz. Entristeceu-me a via escolhida.
Vamos lá agora ver os filmes ;-)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Opinião: "Divergente", Veronica Roth



Título: Divergente
Autora: Veronica Roth
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 352
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04381-8


SINOPSE
Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família... e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem.
Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se enamora por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo, que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama... ou acabar por destruí-la.

OPINIÃO
Terminei a leitura deste livro a 17 de novembro de 2014 e dou-lhe quatro estrelas.
Tal como referi antes, tem sido difícil sentir-me cativada por livros ultimamente, mas a Veronica Roth conseguiu-o: gostei bastante desta história e tenciono ler o resto da trilogia. Até vi logo o filme a seguir, mas é melhor não falar das diferenças entre um e outro; já me habituei a separar uma história da outra...
Foi fácil acompanhar a narrativa e perceber a divisão entre as fações e o que é esperado de cada uma delas.
Também gostei da Beatrice e da maneira racional como opera, em regra geral. Sabe as suas limitações e tenta compensá-las da melhor forma possível, de modo a que não se tornem numa desvantagem. Também gostei do Tobias, mas o livro não revelou muito sobre ele; talvez num próximo volume. Ainda sobre as personagens, achei uma pena o que a autora reservou para a mãe da Tris, pois acho que tinha muito mais para dar. Quem sabe se o passado da mãe não irá influenciar a filha?
Como não disponho dos restantes livros da trilogia, vou ter de fazer uma pausa nesta série... por agora.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Leitura atual

De momento, ando pelo mundo "Divergente" de Veronica Roth. Ainda não li muito, ainda me estou a integra no funcionamento das fações e o que levou à sua criação, mas estou a gostar. Quando terminar a leitura, vou tentar ver o filme, por curiosidade. Com a história "fresca" em mente, quero ver o que fizeram diferente, ehehe.




FICHA TÉCNICA
Título: Divergente
Autora: Veronica Roth
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 352
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04381-8


SINOPSE
Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família... e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem.
Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se enamora por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo, que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama... ou acabar por destruí-la.

Veronica Roth foi considerada a melhor autora pelo GoodReads Choice Awards em 2012. Divergente foi eleito o melhor livro de 2011 e Insurgente o melhor livro de fantasia para jovens-adultos em 2012, pela mesma entidade, a única cujas distinções são atribuídas exclusivamente pelos leitores.


Críticas da imprensa

"Não vai conseguir dormir ao ler este livro, um romance que é uma autêntica montanha-russa."
BookPage

"Maravilhoso, perigoso e enérgico, com uma história de amor a que não consegui resistir!"
Becca Fitzpatrick, autora da saga hush, hush

"Uma viagem memorável e imprevisível que é impossível ignorar."
Publishers Weekly

"Maravilhoso, perigoso e enérgico, com uma história de amor a que não consegui resistir!"
Becca Fitzpatrick, autora da saga hush, hush