Mostrar mensagens com a etiqueta livro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta livro. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 9 de março de 2015

Novo projeto!




Embora tenha escrito umas poucas linhas no outro dia, vamos lá marcar o dia 9 de março de 2015 como a data de arranque de um novo projeto =)
É bom voltar a escrever!

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Eheh!

No outro dia vi esta imagem no Facebook sobre o conflito entre o papel e o digital e achei-lhe piada. 
Eu tenho um e-reader e alterno a leitura entre o papel e o que tenho em formato digital. Admito que demoro mais tempo a ler no e-reader (porquê, não faço ideia...) e não me cativa tanto como o papel, mas o importante é ler e se gosto de uma história, não interessa se a leio de um ou outro modo. 
E vocês, preferem o livro em papel, em e-book ou tanto faz?




quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Stories do Alentejo contadas na Biblioteca do Torrão




O Alentejo descrito em livro pelos olhos de doze autores vai ser apresentado no polo da Biblioteca Municipal no Torrão, no próximo sábado (1 de fevereiro), às 16h. 

Intitulado “Stories do Alentejo”, o livro editado pela Lugar da Palavra recua ao momento em que aviões começaram a rasgar os céus da planície. Ao vê-los, o guardador de gado e criador de sonhos Zé Aranha idealizou um manual de exploração de itinerários ao sul e de promoção de saberes regionais, para acabar com o desconhecimento dos visitantes acerca daquela área. Com a ajuda do compadre Joaquim Zorro fez nascer as “Stories do Alentejo”, treze contos narrados por contadores alentejanos de reconhecido mérito: Antónia Luísa Silva, Dora Gago, Fernando Évora, Joaninha Duarte, José Teles Lacerda, Manuela Pina, Maria Ana Ameixa, Maria Morais, Miguel Brito de Oliveira, Miguel Morais e Vítor Encarnação.

Luís Miguel Ricardo é o coordenador deste projeto e vai marcar presença nesta apresentação juntamente com alguns dos contadores de histórias. Segue-se depois a atuação do Coro da Universidade Sénior do Torrão, que vai presentear o público com um apontamento de cante alentejano.



FONTE: nota de imprensa da Câmara Municipal de Alcácer do Sal

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A rapariga que roubava livros




Publicidade à parte, chegou na última quinta-feira ao cinema o filme "A rapariga que roubava livros", inspirado no livro de Markus Zusak. Por acaso, já estive com este livro na mão e faz parte da minha lista "a ler". Foi interessante descobrir que tinha sido feito um filme baseado no mesmo. Creio que não vou vê-lo ao cinema, devo vê-lo depois nos canais da TV Cine, mas o livro tenciono ler de certeza. Alguém já leu? E o que acharam?

Sinopse do livro:
«Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.»

Link: 




Sinopse do filme
«O novo romance de Markus Zusak decorre durante a Segunda Guerra Mundial na Alemanha e conta-nos a história de Liesel Meminger, uma rapariga adoptada que vive nos arredores de Munique. Liesel cria um sentido para a sua vida roubando algo a que não consegue resistir - livros. Com a ajuda do seu pai adoptivo que toca acordeão, Liesel aprende a ler e, durante os bombardeamentos, compartilha os livros roubados com os seus vizinhos e com o judeu escondido na sua cave, antes de este ser deslocado para Dachau.»

Ficha técnica:
Título: «A Rapariga Que Roubava Livros»
Título Original: «The Book Thief»
Realização: Brian Percival
Elenco: Ben Schnetzer, Emily Watson, Geoffrey Rush, Hildegard Schroedter, Kirsten Block e Sophie Nélisse
Género: Drama
País: EUA 
Duração: 125 minutos
Ano: 2013

Link: 




sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Livro vs Filme: "Criaturas Maravilhosas"



Este fim de semana vi o filme "Criaturas Maravilhosas", baseado no livro de Kami Garcia e Margaret Stohl.

Ler um livro e depois ver o filme, normalmente, deixa-me triste, pois se algumas coisas são o retrato exato (como algumas falas), outras afastam-se totalmente da narrativa. Neste caso em particular, achei que o filme estava mais interessante do que o livro, no entanto senti falta de muitas coisas que foram cortadas ou trocadas. 

Por exemplo:

- senti falta do misticismo da Amma e da sua colher através da qual dava "o olhar";

- senti falta das intermináveis palavras-cruzadas da Amma;

- também não é suposto ser a Amma a trabalhar na biblioteca, mas a tia Marian, que foi eliminada;

- o pai não aparece uma única vez;

- não há referências às 16 luas (canções ou outras mensagens enviadas pela mãe de Ethan);

- o livro das luas não estava na bibilioteca;

- Lena não fez o Ethan esquecer-se dela para a recordar no fim do livro...

Enfim, houve uma série de discrepâncias. Como são algo que tenho tendência em reparar, vi depois o filme "Sangue Quente", mas ainda não decidi se leio o livro ou não. O que acham? Recomendam a sua leitura?