Mostrar mensagens com a etiqueta Olinda Gil. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Olinda Gil. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

ASSESTA


A escritora Olinda Gil enviou-me em novembro de 2015 um pequeno texto que fala sobre a ASSESTA - Associação de Escritores do Alentejo. Tendo em conta que nessa altura tinha os cotovelos partidos e a minha atividade na Internet estava, por isso, limitada, só agora partilho o post da Olinda, a quem agradeço a amabilidade e disponibilidade para escrever o mesmo.



 
"A ASSETA surgiu, enquanto ideia, há cerca de dois anos. Na altura, um grupo de autores tinha-se reunido à volta de um livro, “Stories do Alentejo”. Alguns desses autores imaginaram que se podiam associar, que unidos poderiam fazer muito mais. Tudo começou com um “e porque não?”.

Claro que nada seria possível sem o timoneiro de serviço, o modo carinhoso como tratamos o Luís Miguel Ricardo, verdadeiro entusiasta da causa, que nos tem sabido guiar e unir, e que agora é o Presidente da Associação.

Eu só mais tarde me juntei ao grupo, mas também por causa do mesmo livro. Fiz uma crítica à obra e entrei, a partir daí, em contacto com o restante grupo e deixei-me entusiasmar.

A ASSESTA, Associação de Escritores do Alentejo nasceu oficialmente a 3 de setembro de 2015. Está sediada em Beja e tem como objetivo geral promover a literatura no Alentejo. Estamos a pensar em promover diversas atividades, tais como apresentação de livros, tertúlias, oficinas e workshops, eventos de promoção da literatura, parcerias culturais, entre outros."




sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Novo blogue Olinda P. Gil




A Olinda P. Gil, autora do e-book de sucesso "Sudoeste"(Coolbooks) tem um novo site. Para acederem ao mesmo basta irem a http://olindapgil.blogspot.pt/ 
Passem por lá e apoiem esta promissora autora portuguesa ;-)


terça-feira, 15 de julho de 2014

Guest-Post de Olinda Gil




Eu e os ebooks

Não me quero por com conversas do tipo: “ah, e tal, temos de subir a punho” porque sei muito bem que não é assim. Há quem tenha muitos punhos e não chegue a lado nenhum, e quem sem punhos chegue a todo o lado.
Mas uma coisa é certa: não se consegue nada sem tentativa e erro, e as tentativas fazem-se com trabalho.
Comecei nisto da escrita muito cedo, quase sem leituras feitas e pouco treino de mão. Isto de começar cedo é por paixão. Na escrita não se ganha nada com isso. Muita da capacidade de escrita vem da observação do mundo, da aprendizagem. Aos 40 anos o escritor que começou com 15 está no mesmo patamar daquele que começou há 2 ou 3 anos. A única vantagem que o escritor precoce pode ter é em relação ao funcionamento dos bastidores (se tiver sabido manter os olhos abertos).
Tenho muitos textos, mas não gosto de todos da mesma forma, porque reconheço que nem todos têm a mesma qualidade. Há um texto, em “Contos Breves”, “Liberdade de Escrita”, que é dos meus preferidos até hoje. Tinha só 16 anos quando o escrevi, num ímpeto de criatividade, e mantém-se quase sem alterações. Também gostei muito de “Sudoeste” que publiquei agora na Coolbooks, a chancela digital da Porto Editora. Sempre reconheci que aqueles textos poderiam ser publicados, e por isso mesmo trabalhei muito neles. Posso dizer que apostei forte nesse livro. Quando o enviei para várias editoras sabia que uma haveria de dizer que sim: foi a Coolbooks.
Um escritor sabe aquilo que faz, sabe aquilo que tem de bom. Mas, mesmo assim, das coisas mais difíceis é expor o nosso trabalho ao olhar dos outros. Deixar de escrever para a nossa intimidade e passar a escrever para os outros é um passo assustador. Os textos deixaram de ser nossos, vão estar à mercê de muitos olhos diferentes.
Quando expomos um texto mau e alguém nos dá uma crítica negativa, bem fundamentada é fácil encaixar. Afinal não esperávamos grande coisa dali. Aliás, se por outro lado até recebemos um grande elogio àquele texto, estranhamos.
Quanto ao texto bom, regozijamos tanto com a boa crítica, como com a mesquinha, feita propositadamente para nos magoar. Mas o que nos vai dor mesmo é quando um leitor sincero nos vai dizer que não gostou, e do que não gostou. Outra coisa que nos magoa muito é ninguém identificar a mensagem implícita que deixámos num texto (ou julgámos deixar).
Da exposição ao leitor através do livro passamos à exposição pessoal, no momento do lançamento. Eu sei, devíamos estar felizes, orgulhosos, blá, blá, blá, mas na maior pare das vezes sentimo-nos desadequados. “Afinal o que estou a fazer aqui?”. Confesso que, da minha parte, o esforço às vezes é tanto (temos de estar perfeitos, afinal estão todos a olhar para nós) que a seguir me dói a cabeça e os ouvidos.
Contudo, a apresentação do livro é um momento importante, quase como que um ritual que declarasse o livro aberto às leituras. É um momento único em que o autor pode ter contacto directo com os seus leitores. Foi por isso que decidi estar presente na apresentação colectiva da Coolbooks.
O ebook é um produto ainda novo e desconhecido da maior parte dos leitores. Por isso, uma apresentação colectiva foi a melhor forma que a Coolbooks encontrou para dar a conhecer as obras. Sem um livro que as pessoas pudessem folhear e ler no local, restou-nos falar sobre o livro, como faríamos noutra apresentação qualquer, assim como responder a questões.
No final houve uma pequena surpresa. Havia postais com as capas do livro e uma pequena frase sobre cada um, para que os autores pudesse autografar e os leitores pudessem levar para casa, recordar, e quem sabe?! Usar como marcador de livro?

Olinda P. Gil


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Primeiro evento Coolbooks

Várias obras apresentadas em conjunto, no Instituto Camões, em Lisboa

O primeiro evento de apresentação de obras editadas pela Coolbooks, a nova chancela digital do Grupo Porto Editora, tem lugar a 19 de junho, às 18:30, na sede do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua. A sessão é inovadora, porque reúne vários autores, que apresentam os respetivos livros.
O evento inclui demonstrações de leitura de e-books e uma sessão de autógrafos original. Diogo Beja, animador de rádio e apresentador de televisão, mas também um entusiasta dos livros digitais, participa na
apresentação, juntamente com os autores Ana Nunes (O enigma do castelo assombrado), Carla M. Soares (A chama ao vento), Fernando Pessanha (O pianista e a cantora), José Baptista Roque (O sem-abrigo), José Micard Teixeira (Saiba como mudar a sua vida), Olinda P. Gil (Sudoeste), Rita Inzaghi (Ponto zero) e Rui Madureira (Depuração).
A Coolbooks tem estado, também, a promover uma campanha de incentivo à leitura digital na Feira do Livro de Lisboa. No espaço daquele que é o maior grupo editorial português têm vindo a ser distribuídos, a
quem faz compras superiores a trinta euros, 10 mil vouchers, através dos quais – com a simples leitura de um QR Code ou digitando um código num endereço disponibilizado para o efeito – se oferecem, sem
contrapartidas, 10 mil livros digitais. E esta oferta não é restritiva: é possível escolher o livro que se quer ler, entre os 14 já editados pela chancela.
Em www.coolbooks.pt, estão disponíveis todas as obras publicadas pela Coolbooks, uma chancela que tem como objetivo dar a conhecer novos autores de língua portuguesa, editando – em exclusivo – em suporte digital.


sábado, 26 de abril de 2014

Coolbooks

A Coolbooks é uma chancela digital do Grupo Porto Editora que nasceu oficialmente na véspera do Dia Mundial do Livro e o seu objetivo é dar a conhecer novos autores de língua portuguesa, publicando as suas obras exclusivamente em versão digital. A Olinda P. Gil e a Carla M. Soares, que não são nomes estranhos a este blogue, são duas das autoras representadas.

A chama ao vento, Carla M. Soares
 
Um corpo anónimo é lançado à água num misterioso voo noturno sobre o Atlântico… 
Vivem-se os anos mais negros da Segunda Guerra Mundial, e a vida brilha com a força e a fragilidade de uma chama ao vento. Na Lisboa de espiões e fugitivos dos anos 40, João Lopes apresenta à sua amiga Carmo um estrangeiro mais velho, homem de segredos e intenções obscuras que depressa a seduz, atraindo os dois jovens para uma teia de mistérios e paixões de consequências imprevistas.
Anos volvidos, Francisco, jornalista, homem inquieto, pouco sabe de si próprio e menos ainda de Carmo, a avó silenciosa que o criou, chama apagada de outros tempos. É João Lopes quem promete trazer-lhe a sua história inesperada, história da família e dos passados perdidos nos tempos revoltos da Segunda Grande Guerra e da Revolução de Abril. Para João, é uma história há muito devida. Para Francisco, o derrubar dos muros que ergueu em torno da memória e da própria vida.
Um retrato íntimo de Portugal em três gerações, pela talentosa escritora de Alma Rebelde.



Sudoeste, Olinda P. Gil

O mesmo mar, a mesma casa. Talvez a mesma história e a mesma mulher que nela vive. Ou três histórias diferentes de três mulheres diferentes que viveram na mesma casa.
Sudoeste traz-nos três histórias distintas, como que variações de um mesmo tema.
Em todas elas está presente o mesmo ambiente marítimo, um envolvimento amoroso, uma personagem com «o chamamento do mundo». Todas as histórias se passam na mesma casa, na mesma quinta, na mesma praia, na mesma falésia. As próprias personagens vão tendo pequenas variações. Contudo, os contos são muito diferentes; cada um oferece-nos uma perspetiva distinta de como se pode viver o amor e o desejo de partir: do sentimento mais puro e simples à capacidade de começar tudo de novo.



Descubra os novos autores em http://www.coolbooks.pt/

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Entrevista no Rabiscos, Rascunhos e Limitada



Bom dia!

Há uns tempos atrás, a Olinda Gil fez-me uma entrevista para a rubrica "Assuntos de escrita" do seu blogue "Rabiscos, Rascunhos e Limitada" e que foi publicada no último sábado. Aqui fica o link para quem quiser ler ;-)

http://www.olindapgil.com/2014/02/assuntos-de-escrita-entrevista-com-rute.html

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Divulgação: Olinda Gil



Olinda Gil foi colaboradora do DNJovem, suplemento do Diário de Notícias. Participou com outros colaboradores do suplemento no site na-cama.com e jotalinks. Foi 3º prémio no concurso literário “Lisboa à Letra” em 2004, na categoria de prosa. Mais recentemente foi selecionada no “4º Concurso de Mini-Contos do IST Taguspark”.

Tem textos publicados em várias revistas e colectâneas.

Publicou em edição de autor “Contos Breves” (http://www.olindapgil.com/2013/10/contos-breves.html). Está a ser preparada a publicação de um ebook por uma das principais editoras nacionais.

Gostaria de ter entre as suas principais influências Sophia de Mello Breyner Andresen, Hélia Correia, Ana Teresa Pereira e a belga Amelie Nothomb, mas não tem a certeza se o consegue.

No blog "rabiscos, rascunhos e limitada" (http://www.olindapgil.com/) pode aparecer um pouco de tudo, mas o objectivo principal é a divulgação da sua escrita. Mantém há muito tempo a rubrica "Assuntos de Escrita" (http://www.olindapgil.com/search/label/AssuntosdeEscrita) que foi este ano renovada. Em breve irão conhecer uma nova rubrica.

Mantém ainda outro blog, "Alentejo Literário" (http://alentejoliterario.blogspot.pt/) dedicado exclusivamente à Literatura relacionada com o Alentejo.



sábado, 4 de janeiro de 2014

BlogTour: “Contos Breves”, Olinda P. Gil



Título: Contos Breves
Autora:  Olinda P. Gil
Edição/reimpressão: 2013
Editor: Autopublicado
Páginas:109
ISBN: 9789892041


SINOPSE
Neste opúsculo estão reunidas pequenas narrativas inconscientes: digo isto porque na altura em que foram redigidas era tão jovem que nem sabia que estava a escrever um tipo específico de conto. O conjunto daqui resultante é uma seleção e revisão de textos criados entre 1999 e 2007, período que corresponde, aproximadamente, à minha colaboração do DN Jovem (suplemento do Diário de Notícias direcionado para os jovens). Muitos dos textos aqui presentes foram lá publicados. Contudo, estão também incluídos alguns que estavam inacabados, tendo sido agora trabalhados.



OPINIÃO
Li este livro a 3 de janeiro de 2014 e dou-lhe uma classificação de quatro estrelas.
Esta é uma compilação de contos que a Olinda P. Gil escreveu ao longo de vários anos e cujo ebook me foi cedido no âmbito de uma blogtour, pelo que lhe agradeço. 
No início, fiquei um pouco reticente, pois não gosto muito de contos, principalmente porque fico sempre com a sensação de que a história foi cortada e que falta sempre algo. Este foi um sentimento que me assombrou quando li alguns dos contos – gostava que tivessem sido mais desenvolvidos, pois dariam uma boa história. No entanto, houve outros de que gostei bastante, nomeadamente “Liberdade de Escrita”, “A Vela”, “No Dia em que as Espingardas Atiraram Flores em Vez de Balas”, “Agora, para mim, afinal o tempo existe” e “Clube de Teatro”. A autora deixa-nos a pensar em conceitos como o tempo, a vida e a mudança, entre outros. Gostei particularmente do facto de soarem como que a pensamentos, pequenas partilhas de um episódio ou momento em particular.
A escrita também é fluída, embora ache que tem frases demasiado curtas, enquanto faria mais sentido juntá-las, mas isto já um ponto de vista pessoal, não retira ao livro qualquer mérito.
Espero ler mais contos da Olinda em breve e recomendo a leitura destes.


Link Goodreads:

Site da autora: www.olindapgil.com  



terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Obrigado, Olinda!

Boa noite!!!
É verdade, tenho andado afastada do blogue e não tenho publicado muita coisa. O que posso dizer? O tempo não estica nem chega para tudo. Por essa razão, tenho um agradecimento especial em atraso e que tenciono pôr em dia. A Olinda Gil, administradora do blogue "Alentejo Literário" publicou dois posts, um a divulgar o meu livro "Esquecidos" (http://alentejoliterario.blogspot.pt/2013/11/esquecidos-de-rute-canhoto.html?spref=fb) e outro a sugeri-lo e ao "Perdidos" como presente de Natal (http://alentejoliterario.blogspot.pt/2013/12/especial-natal.html?spref=fb). Obrigado então pelo apoio, Olinda!
E, já agora, retribuindo o favor, a Olinda tem um novo livro à venda, intitulado "Contos Breves". Saibam mais na página da autora em http://www.olindapgil.com/ ;-)



quinta-feira, 30 de maio de 2013

Opinião da Olinda



A Olinda P. Gil, administradora do blogue "Rabiscos, Rascunhos e Limitada", leu o meu "Perdidos" e publicou no passado dia 18 de maio a sua opinião no seu blogue. Agradeço-lhe a mesma e o tempo que despendeu a ler o meu livro =D Aqui transcrevo o que ela disse:


« Perdidos, by Rute Canhoto
My rating: 3 of 5 stars
Apesar de parecer que já tinha lido esta história em algum lado (mas quem sou eu para dizer isso quando estou a fazer o mesmo? ) a leitura conseguiu prender-me. E logo eu que não sou grande apreciadora de livros grandes ( mas leio muitos )! Isto porque até ao final tive a esperança de haver qualquer coisa de diferente. Não houve (mas acredito que possa haver no seguimento).
Um dos pontos mais positivos no livro, para mim, foi a escolha de Alcácer do Sal para palco privilegiado dos acontecimentos. Está certo que é a terra natal da autora, mas sendo uma localidade tão simpática, e que tão simpaticamente foi descrita, tornou-se perfeita na história. Os diferentes espaços da cidade foram muito bem introduzidos na narrativa, tornaram-se imprescidíveis até. Foi uma óptima publicidade! Mas confesso que levei todo o livro à espera de uma cena na praia... Não vale!
Contudo, para mim, o livro teve algumas falhas de realismo ( sim, eu sei que é fantástico, mas não tem nada a ver com isso).
A relação entre Marina e Ana: a maneira como se tratam oralmente não é habitual. O modo como a relação entre as duas se desmorona também não é habitual acontecer sem que as partes sofram com isso. E se Marina tinha mais com que se preocupar, aqui Ana poderia ter entrado na narrativa como resistente à amizade e grande inquiridora de Marina e das suas atitudes.
Algumas atitudes de Marina não se coadunam com a sua personalidade. Não tem nada a ver com o bad boy . Mas sim com a rápida dependência deste e completa submissão a ele.(view spoiler) O modo como ela arrasta a situação com Joshua também não é nada simpática. Eu sei, há muito que o faça (eu cheguei a sofrer artimanhas dessas), mas ela não me parece ser o tipo de pessoa que o fizesse. E por fim: onde estão os poderes de Marina? Sim, uma das coisas que mais me encantou no texto foi o facto de se ter pegado na história dos escravos negros do Sado e depois ter ficado por ali. Ela bem que pode ter uns poderes herdados desses antepassados, e há aqui a possibilidade de introduzir um fantástico muito africano e inusual! ;)
O modo como ela leva o rapaz para casa dela também não é natural. Mas ela não tem medo que a mãe o ouça?
A relação delas as duas com a irmã também é pouco natural. Poderia haver um desapego, mas parece-me que devia haver um esforço da Marina e da mãe(e natural sofrimento e frustração) para que as coisas não fossem assim.
O Joshua não se farta de Marina? Expliquem-me: ou ele é um anjo e ainda se vai revelar noutros volumes ou é um grande banana! Já estava na altura dele desamparar a loja.
Gostei da linguagem utilizada no livro. É fluida, de fácil leitura sem cair em simplicismos. Mas houve um excesso de zelo pela procura de sinonímia que por vezes ficou estranho. Se é chato estarmos sempre a repetir palavras, repetir sinónimos também é estranho, especialmente quando não são de uso corrente. Nunca tinha lido tanta vez "pedagogo" e "docente" fora de textos de didáctica.
Foi um grande trabalho, e espero que os próximos volumes ainda dêem mais valor ao nosso Português e ao Alentejo! »



Link blogue: 

Link Goodreads: