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domingo, 29 de abril de 2012

Entrevista| Interview: Donna Brown

A viver em Yourshire (Reino Unido), Donna Brown começou por escrever poesia, mas nos últimos anos trocou-a por contos. “Double-Take Tales” é o seu primeiro livro a ser publicado. Conheça Donna Brown e o seu trabalho nesta breve entrevista.

Olá, Donna! Pode falar-nos um pouco sobre si?
Vivo em Yorkshire, no Reino Unido, com meu marido, Dave, e os nossos seis gatos. Trabalho como publicitária, mas também administro “The Indie Exchange”, um grupo no Facebook com um site externo projetado para ser um hub para unir leitores, autores e bloggers.

Quando começou a escrever?
Escrevo desde a infância, principalmente poesia. Somente nos últimos anos mudei para contos.

O que escreveu até agora?
Double-Take Tales é o meu primeiro trabalho publicado. Tenho outras histórias e numerosos poemas não publicados. Ainda me estou a acostumar à ideia de que as pessoas parecem gostar do meu trabalho!

Falemos sobre "Double-Take Tales”. De onde tirou as ideias para as histórias?
Tenho que admitir que, às vezes, sou uma escritora muito aleatória e desordenada. Não traço o elenco e não costumo manter notas. Realmente não me lembro onde fui buscar as ideias, embora me lembre de escrever os contos. Isso é um pouco preocupante - às vezes sinto que sou muito descuidada com as memórias. Parece-me que as jogo fora imprudentemente!

Porque incluiu três contos no mesmo livro?
Queria que fosse agradável para as pessoas - algo que pudessem desfrutar numa viagem curta ou numa pausa para o almoço, mas algo mais do que meros cinco minutos de leitura. Também me pareceu que encaixavam muito bem, apesar de terem personagens e cenários diferentes.

A minha história favorita dentro do livro foi "Poison". Onde foi buscar a inspiração para a escrever?
Vivi com alguém que trabalhou num laboratório de alimentos e que sabia muito sobre alergias. Não me lembro exatamente como a semente foi plantada, mas sei que a trabalhei bem ao longo da história. Embora não achassem que os dados eram totalmente precisos, senti que poderia safar-me com uma ou duas pequenas liberdades!

O que dizem as pessoas sobre seus livros em geral?
Fiquei atordoada com o feedback até agora. As pessoas parecem ter realmente gostado delas e, principalmente, têm-me dito para escrever mais!

Está a trabalhar em alguma coisa?
Tenho uma ideia na calha - uma novela chamada Harry Schmidt (título provisório). É um conto muito diferente, uma história de amor entre dois personagens socialmente desajeitados. Já escrevi um conto, mas senti que a história não foi totalmente contada. Foi ideia do meu marido adaptá-la para uma novela e explorar as vidas das personagens e as histórias mais plenamente.

Onde podem os leitores encontrá-la?

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Opinião| Review: "Double-take Tales", Donna Brown

SINOPSE
Três contos obscuros e sarcásticos que o deixarão à esperar do inesperado. Em "Poison", uma mulher abusada psicologicamente descobre que a alergia do marido a nozes pode ser a solução para todos os seus problemas. Em "Round Trip", uma nota de cinco libras passa por mãos desesperadas, mãos gananciosas e mãos cansadas, antes de completar o círculo... acompanhado por uma grande surpresa. Em "C'est La Vie", a polícia investiga um assassinato sob o olhar atento de alguém desconfortavelmente relacionado com tal morte.

BLURB
Three dark, sardonic short stories that will have you expecting the unexpected. In "Poison," a psychologically abused wife discovers that her husband's nut allergy may be the solution to all her problems. In "Round Trip," a five pound note passes through desperate hands, greedy hands and tired hands before coming full circle…accompanied by a big surprise. In "C'est La Vie," the police bungle a murder investigation under the watchful eye of someone uncomfortably close to the killing.



CRÍTICA
Foi lido a 25 de Março de 2012 e dou-lhe 4 estrelas.
“Double-Take Tales” divide-se em três histórias: “Round Trip”, “Poison” e “C’est la vie”. A minha preferida foi a segunda. A personagem acabou por ter o que queria e sem ser ela a ter que fazê-lo. Normalmente, no final as más ações acabam por ser cobradas às personagens, porém esta safou-se. Foi uma reviravolta interessante.
Também gostei do estilo de escrita da autora. Vou tentar descobrir se tem algo mais extenso e que seja do meu interesse para ler.

REVIEW
It was read on March 25, 2012 and I rate it 4 stars.
"Double-Take Tales" is divided into three stories: "Round Trip", "Poison" and "C'est la vie." My favorite was the second one. The character ended up having what she wanted, without having to do it herself. Typically, in the end the evil deeds eventually come after the characters, but this one got away. It was an interesting twist.
I also liked the writing style of the author. I'll try to find out if she wrote something more extensive within my interest to read.