quarta-feira, 2 de maio de 2012

Crítica| Review "Pyxis", KC Neal

SINOPSE
Corinne leva uma vida comum de adolescente a trabalhar no café do pai, a sair com a melhor amiga, e a tentar esquecer um desentendimento com o seu quase-namorado, Mason. As coisas tomam um rumo estranho quando ela usa os corantes alimentares da falecida avó para uma venda de bolos e os seus clientes, de repente, passam a considerá-a irresistivelmente sedutora. Corinne descobre então que ela e Mason são assombrados pelos mesmos sonhos sobre uma força obscura que consome tudo no seu caminho. Perseguida por figuras sombrias e uma mulher doida com segredos do passado, Corinne tem que descobrir quem a sua avó realmente era. Na sua busca para desvendar a história da família, descobre que está destinada a proteger este mundo – e o mundo escuro dos seus sonhos. Ela corre para encontrar as respostas que procura antes que os seus pesadelos se libertem.

BLURB
Corinne lives an average teenage life working at her dad’s cafe, hanging out with her best friend, and trying to forget a falling-out with her almost-boyfriend Mason. Things take a strange turn when she uses her late grandmother’s food dyes for a bake sale, and her customers suddenly find her irresistibly alluring. Then she discovers she and Mason are haunted by the same dreams of a dark force that consumes everything in its path. Pursued by shadowy figures and a crazy woman with secrets from the past, Corinne must find out who her grandmother really was. In her quest to unravel her family’s history, she learns she is destined to protect this world - and the dark world of her dreams. She races to find the answers she seeks before her nightmares break free.




CRÍTICA
Acabei de ler este livro a 10 de Abril de 2012 e dou-lhe quatro estrelas. Trata-se de uma história direcionada para jovens adultos, o que se nota na cadência rápida com que os acontecimentos se sucedem. Não me importaria se a narrativa fosse um pouco mais extensa e pausada. O que mais me agradou tem a ver com a relação entre o título e o conteúdo. Ao ler “Pyxis” no título fiquei a pensar que, provavelmente, a história seria sobre fadas, duendes e pixies, porém estava enganada. Foi bom ver que a associação imediata que o título suscita afinal não corresponde à ideia que podemos preconceber. É pena que pouco seja adiantado sobre o que é afinal o Pyxis; gostaria de saber mais. Quanto ao romance entre Mason e Corinne, gostaria que tivesse sido um pouco mais desenvolvido; parece que é colocado em lista de espera face ao que está acontecer. Percebemos que gostam um do outro, por isso era bom que a Corinne fosse um pouco mais audaz nesta área. O final deixa o leitor curioso quanto ao que está para vir e a ansiar por mais. Espero saber em breve como se desenrolará esta história.

REVIEW
I finished reading this book on April 10, 2012 and I rate it four stars. This is a story targeted to young adults, which is noted in the fast-paced events that follow one another. I wouldn’t mind if the narrative was a bit more extensive and paused. What pleased me most has to do with the relationship between the title and content. When I read "Pyxis" in the title I was thinking that perhaps the story would be about fairies, elves and pixies, but I was wrong. It was good to see that the immediate association that the title raises does not correspond to the idea that we might preconceive. It is a pity that little is told about what the Pyxis is after all; I’d like to learn some more. As for the romance between Mason and Corinne, I wish it had been a little more developed; it seems to be put on hold against what is happening. We know that like each other, so it was good that Corinne was a little bolder in this area. The ending leaves the reader curious as to what is to come and yearning for more. I hope soon to know how this story will unfold.


terça-feira, 1 de maio de 2012

Guest Post: Karen Pokras Toz



Pelo amor das crianças
A inspiração vem de muitos lugares. Uma das minhas maiores inspirações para a série Nate Rocks veio dos meus próprios filhos, em particular dos meus dois filhos mais velhos. Em geral, eles prefeririam fazer qualquer outra coisa que não ler. No entanto, tem havido algumas séries ao longo dos anos que lhes despertou o interesse - a série “Wimpy Kids”, os livros de Rick Riorden, e *suspiro* “Captain Underpants”. Decidi então acrescentar outra série divertida à mistura, e criei Nate Rocks.
Após a publicação do primeiro livro da série (“Nate Rocks the World”), orgulhosamente ofereci uma cópia aos meus filhos. Ficaram menos de impressionados. A sério? Temos de ler isto? Ok, eles não disseram realmente estas palavras, mas eu conseguia perceber que estavam a pensá-lo. Uma mãe sabe destas coisas. Não foi imediatamente, mas acabaram por lê-lo. Mais importante, ficaram animados a propósito disso.
Ao longo dos últimos meses recebi feedback que me indicou que não estava sozinha - pais e professores agradeceram-me por ter deixado os seus leitores relutantes entusiasmados. Uma professora disse-me que Nate Rocks foi o livro mais popular na prateleira do seu canto de leitura. Noutra nota que recebi, uma mãe disse-me que adorava ouvir os risos da filha enquanto ela lia Nate Rocks.
Uma crítica que recebi na Amazon (de alguém que nunca conheci) resume perfeitamente porque escrevi esta série:

"Escolhi este livro para fazer upload para o meu Kindle para "subornar" o meu filho para a leitura... é sempre uma luta. Ele ADORA o livro e pensa que é sua própria autobiografia…! Ele leu durante quase uma hora na outra noite e nem sequer me deixou ler-lhe uma página; queria fazê-lo sozinho. O meu filho é um aluno de 10 anos de idade, que frequenta o quarto ano de escolaridade; não poderia ter encontrado um livro mais adequado para ele! OBRIGADO à autora!" - Kristy S.

Este mês estou feliz por anunciar a publicação do segundo livro da série Nate Rocks: “Nate Rocks the Boat”. Quer se trate de “Nate Rocks the World”, “Nate Rocks the Boat” ou algo completamente diferente, incentive as crianças a lerem todos os dias. É uma das melhores coisas que podemos fazer por elas.


 
SOBRE “NATE ROCKS THE BOAT”:Com o quarto ano finalmente a chegar ao fim, Nathan Rockledge - de 10 anos - ansiosa por umas divertidas e relaxantes de verão em casa, com os seus amigos. Isto é, até a sua mãe decidir que tem que ir para o acampamento com a chata da sua irmã mais velha. Quando o seu melhor amigo, Tommy, decide ir também, Nathan acha que talvez o verão não seja assim tão mau. A juntar a isso, vai estar afastado dos cozinhados terríveis da mãe por mais de seis semanas.
Entre as competições da Color War, um conselheiro esquisito e um valentão chamado “No Neck”, Nathan volta-se para o seu fiel bloco de notas e transforma-se em Nate Rocks: um rapaz de 10 anos extraordinário. Com a sua lancha pronta para a ação, Nate salva novamente o dia dos perigos de inundações, cobras, fantasmas, e até mesmo dos criminosos mais procurados.
Junte-se a Nathan, Tommy, Abby, e a todo um novo elenco de personagens enquanto Nate Rocks mais uma vez prova que nada pode detê-lo neste segundo livro da série Nate Rocks.


EXCERTO:
«- Bem-vindos, Falcões. Eu sou Matt, o vosso conselheiro. Venho a Camp Spring Ridge todos os verões desde que tinha a vossa idade. Este é um ótimo lugar, e o meu trabalho é certificar-me que vocês têm o melhor verão de sempre - Matt olha para o céu enquanto o vento sopra por entre os papéis da sua prancheta. - Antes que comece a chover, vamos ver se conseguimos abordar algumas das regras do campo.
- Regras? Não precisamos de nenhumas regras idiotas! É verão!
Olho na direção do som da voz rouca e vejo um rapaz que mais parece ter mais a idade da Abby do que a minha. Ele também parece ter braços tão grandes como as minhas coxas e não tem pescoço. Nunca vi ninguém sem pescoço antes. Tenho certeza que ele está lá algures; apenas a cabeça do rapaz é enorme. Estou no beliche certo, não estou?
O Matt não parece perturbado pela explosão e continua:
- As regras são apenas para ter a certeza de que se divertem o mais possível, permanecendo seguros. Não queremos que ninguém se magoe... ou pior.
Pior? Tommy e eu entreolhamo-nos. Viro-me para avaliar a estrada de terra. O pai ainda deve estar no beliche da Abby. Se desatasse a correr agora, provavelmente conseguiria chegar lá antes que ele e a minha mãe partissem. Tenho certeza que a minha mãe me levaria com ela para ver a avó assim que lhe explicasse o quão perigoso é o acampamento. Ela está sempre a dizer que não visitamos a avó o suficiente. Ou eu poderia ficar na casa do Tommy. Estou certo de que o Tommy me seguiria se eu saísse a correr. Mas e se eles já se tivessem ido embora? Então teria que voltar ao meu beliche. Já conseguia ouvir as outras crianças a rirem de mim enquanto o diretor do acampamento me devolvia aos Falcões.
- Muito bem - começa Matt, segurando o papel da sua prancheta, - Regra #1: ouçam sempre o vosso conselheiro, ele é o tipo mais fixe daqui.
O Matt começa a rir, mas rapidamente percebe que mais ninguém se junta a si. Pigarreia e continua:
- Regra #2: fiquem no beliche, a menos que tenham permissão específica para ir a algum lugar. Regra #3: luzes apagadas às 22h. Regra #4: quando é a nossa vez de estar de serviço à cozinha, todos devem participar. E, a mais importante de todas, regra #5: não vão para a floresta! Bem, vocês têm idade suficiente para ouvir isto, por isso vou deixar-me de rodeios. A floresta pode parecer fixe, mas é grande e perigosa. Todos os verões, um ou dois campistas decidem vaguear por lá e a mesma coisa sempre acontece: perdem-se. O acampamento tem de chamar um grupo de busca com cães e tudo. Se penetrarem muito no interior, podem encontrar serpentes ou até mesmo coiotes e lobos. Façam um favor a vós mesmos e não entrem na floresta!
Olho em volta da mesa para ver todos a fixarem o Matt... até mesmo o Sem-Pescoço.»


 


SOBRE KAREN POKRAS TOZ
Karen Pokras Toz é escritora, esposa e mãe. Cresceu em Orange (Connecticut, EUA), e atualmente vive nos arredores de Filadélfia com o seu marido e três filhos. Em junho de 2011 Karen publicou o seu primeiro livro para crianças entre os 7 e os 12 anos, intitulado “Nate Rocks the World”; seguiu-se em 2012 o segundo livro da série, “Nate Rocks the Boat”. Karen é membro da Sociedade de Escritores de Livros Infantis e Ilustradores (SCBWI).


PARA SABER MAIS SOBRE A SÉRIE NATE ROCKS: