terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Opinião: Preferida (Crossfire #5)




Título: Preferida
Coleção: Crossfire
Autora: Sylvia Day 
ISBN: 978-989-745-023-5
Edição ou reimpressão: 12-2016
Editor: 5 Sentidos
Páginas: 448


SINOPSE
Gideon Cross. Apaixonar-me por ele foi a coisa mais fácil que me aconteceu até hoje. Surgiu de forma instantânea. Completa. Irrevogável.
Casar com ele foi um sonho tornado realidade. Ficar casada com ele é a luta da minha vida. O amor transforma. E o nosso tanto é uma espécie de refúgio como uma tempestade violenta. Duas almas atormentadas entrelaçadas como se fossem uma.
Ele deu-me tudo. Agora, tenho de provar que consigo ser o seu porto de abrigo, tal como ele foi o meu. Juntos, vamos conseguir fazer frente a todos quantos tentam, por qualquer meio, interferir na nossa relação.
Comprometermo-nos com o amor foi só o primeiro passo. Lutar por ele vai libertar-nos ou separar-nos de vez.
Sedutor e emocionante, Preferida é o ansiosamente esperado final da série Crossfire, a incrível história de amor que cativou milhões de leitores em todo o Mundo.



OPINIÃO
Acabei de ler “Preferida”, de Sylvia Day a 29 janeiro 2017 e dou-lhe três estrelas.
Em primeiro lugar, tenho de referir o tempo entre a publicação de um volume e o seguinte. Os intervalos de tempo foram tão grandes que me perdi e, por várias vezes, quando li a referência a algo que aconteceu num livro anterior, nem sempre me consegui lembrar de que raio estava a autora a falar. Se alguém esperou que a série saísse toda para a ler de seguida, foi o melhor que fez =P
Quanto à conclusão da história em si, foi bom ver Eva e Gideon finalmente acertarem-se e fazerem as concessões necessárias, dando primazia à sua felicidade enquanto casal.
A reação de Eva ao que sucedeu à sua mãe é que achei um pouco estranha. Estava à espera que descarrilasse um pouco, que se rebelasse e partisse uns quantos pratos ou até a cozinha toda, mas encarou tudo com muita calma. Demasiada calma. Já Gideon, parecia que tinha sido a mãe dele a vítima. Enfim, escolhas da autora.
Não fiquei com a sensação de final. Ainda gostava de ler mais um livro em que os capítulos de Eva e Gideon encerrassem de facto.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Opinião: “Pede-me o que Quiseres e eu dar-te-ei”





Título: Pede-me o que Quiseres e Eu Dar-te-ei
Autora: Megan Maxwell 
ISBN: 9789896577711
Edição ou reimpressão: 04-2016
Editor: Editorial Planeta
Páginas: 728


SINOPSE
Apesar das discussões que as diferentes personalidades provocam, o empresário Eric Zimmerman e Judith Flores continuam tão apaixonados como no dia em que os seus olhares se cruzaram pela primeira vez. Juntos formaram uma linda família que adoram e pela qual são capazes de fazer qualquer coisa. Flyn, o menino que Judith conheceu ao chegar a Munique, é agora um adolescente, e como acontece na maior parte dos jovens, a sua vida complica-se e afeta todos à sua volta. O advogado Björn e a ex-tenente Mel continuam a bonita história de amor, junto da princesa Sami. Sem dúvida que a convivência os beneficiou muito. Mas há algo que Björn não consegue de Mel: que se case com ele. As relações entre os dois casais vão de vento em popa. Amam-se, respeitam-se, nada parece fora do lugar, até que, de súbito, pessoas e surpresas do passado irrompem nas suas vidas e põem tudo de pernas para o ar. Serão capazes de superar esta reviravolta inesperada? Conseguirão com o amor que professam? Ou mudarão os sentimentos para sempre?



OPINIÃO
Concluí a leitura de “Pede-me o que Quiseres e Eu Dar-te-ei” a 20 janeiro 2017 e dou-lhe quatro estrelas.
A história da Morenita e de Zimmerman há muito que deixou de me ser estranha, tal como a de Mel e Björn. Foram contadas em separado, porém, pelo que foi agradável ver a autora tentar combinar ambas num único livro, de modo a que possamos acompanhar as histórias dos casais e a sua evolução. Embora veja como um risco os autores fazerem isto, sob o perigo de estragarem o “viveram felizes para sempre” que haviam dado a entender antes, acredito que Megan Maxwell alcançou um bom resultado.
A única crítica que faço é a demora nas cenas eróticas contrastante com a pressa da ação; achei que fazia falta um maior equilíbrio.
Fica agora a questão se esta terá sido a última aventura conhecida dos casais…