quinta-feira, 31 de maio de 2012

Passatempo "Shinegow"




Eis uma estreia absoluta neste blogue: o primeiro passatempo de sempre! Em parceria com a Chiado Editora e com a autora, Iris Palmeirim de Alfarra, tenho para oferecer uma cópia do livro de estreia desta jovem escritora, intitulado "Shinegow".


Os interessados em participar no passatempo têm apenas que seguir estes passos:

1) Tornar-se seguidor do Blogue (basta clicar na opção "aderir a este site" que se encontra na barra lateral esquerda sob o título "Seguidores/ Followers");

2) Responder às perguntas do formulário.


O passatempo termina à meia-noite de 17 de junho. O vencedor será selecionado através da Random.Org e anunciado na tarde de 18 de junho.

Uma ajudinha: podem encontrar as respostas ao questionário aqui.



NOTA: O passatempo terminou dia 17 de junho de 2012. Conheça aqui o vencedor.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

3Capas| 3Covers


A escolha das 3 Capas hoje coube a Ana Ferreira. E vocês, quais são as vossas três capas de livros preferidas? Enviem-me um mail para rutecanhoto1@gmail.com, façam-me chegar as vossas opiniões!

The choice of today's 3 Covers was up to Ana Ferreira. And you, what are your three favorite book covers? Send me an email to
rutecanhoto1@gmail.com; let me know your opinions!





terça-feira, 29 de maio de 2012

Entrevista| Interview: Iris Palmeirim de Alfarra

ENGLISH VERSION AVAILABLE HERE


Iris Palmeirim de Alfarra estreou-se o ano passado na vertente literária com “Shinegow”, uma estória sobre três amigas que descobrem ser mais do que isso; juntas, irão embarcar numa aventura que as leva a um mundo mágico. Saiba mais sobre a autora e este livro nesta entrevista.

Olá, Iris! Podes fazer uma pequena apresentação sobre ti?
O meu nome é Iris Palmeirim de Alfarra, nasci em Braga a 30 de Abril de 1993. Com um ano de idade fui viver para Paris até completar 6 anos. De regresso a Portugal vivi 8 anos em Braga, onde comecei a dar asas à minha imaginação, desenvolvendo-a. Nunca fui muito boa aluna, sobretudo a Português! Odiava ler e dava (e ainda dou) imensos erros ao escrever. Contudo, aprendi que um livro é uma maneira de nos teletransportarmos para dentro de outro mundo e escrever é criar as nossas próprias aventuras à base da nossa imaginação. Adoro aventuras e imaginação. Logo, escrever tornou-se algo muito importante para mim.

Quando começaste a escrever?
Não me lembro de quando é que comecei a escrever histórias, mas este livro iniciou-se aos 15 anos, quando estava no 9º ano.

Ser escritora faz parte das tuas ambições?
Por muito estranho que pareça ser escritora nunca foi uma coisa que imaginei ser. Os meus pais são da área da saúde e eu sempre gostei muito mais de ciências do que português, por isso foi uma grande surpresa ter publicado este livro. Agora tenho a ambição que “Shinegow” se torne num livro conhecido. Este livro tem várias mensagens que gostaria de transmitir ao mundo inteiro!

Como nasceu “Shinegow”?
Comecei a escrever este livro a meio de uma aula, com mais duas amigas. Nessa altura estava no 9º ano e sonhava com super poderes/ser diferente. Foi então que me apercebi que se escrevesse poderia tornar todos os meus sonhos reais, poderia até fazer a gravidade desaparecer. Juntas, começámos a escrever a história e cada uma criou uma personagem que nos iria representar no livro. Eu criei a Jinny. Infelizmente, o entusiasmo das minhas parceiras pela escrita desvaneceu rapidamente, deixando-me sozinha mesmo no início deste projeto. No entanto, Shinegow já fazia parte da minha vida e foi nesse momento que decidi que, sozinha ou não, iria escrever o livro até ao fim e tentar publicá-lo.

Como se processou a procura pela editora ideal?
Relativamente à editora, procurei na internet, enviei uma sinopse da história a alguma editoras, e posteriormente o livro. Não sei se encontrei a “editora ideal”… mas o meu entusiasmo era tão grande que aceitei a proposta da Chiado Editora assim que a recebi. Não tinha, nem tenho, quaisquer contactos no mundo da escrita.

Que comentários recebes de quem lê o livro?
Os comentários que recebi dos leitores foram, todos eles, bastante bons (independentemente de serem pessoas que já me conheciam antes, ou não…)! Todas adoraram a história do livro, incentivando-me a escrever mais. A única coisa que lamento são alguns erros que estão presentes no livro, mas que tenciono eliminá-los na segunda edição.

Já estás a trabalhar no segundo volume? O que nos podes adiantar sobre o mesmo?
Sim. Já estou a escrever o segundo volume e prometo que este novo livro irá dar uma grande volta! Mas não vou adiantar nada, deixo apenas esta pergunta: Será Shinegow um mundo irreal?

Onde podem os leitores seguir o teu trabalho?
Os leitores que queiram seguir o meu trabalho podem segui-lo através da página do facebook: http://www.facebook.com/Shinegow. Podem pôr as suas questões que eu própria responderei. Estou também a fazer um site, mas ainda não está pronto. Entretanto, aqui fica o link para o Goodreads http://www.goodreads.com/book/show/13655613-shinegow.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Crítica| Review: "Shinegow", Iris Palmeirim de Alfarra

SINOPSE
Sai daqui! Este mundo não é confiável.
Há muito perigo neste lugar desconhecido.
Imparável no limite da vida permitido.
Nação mista, completamente indecifrável.
E grandes perigos por tudo quanto é lado.
Galopa sem parar para não seres apanhado.
'L'onge do que se esconde este mundo único.
Ou então acabarás mergulhando em pânico.
Wow que mundo é este, Shinegow?

BLURB
Get out! This world is not reliable. There is much danger in this unknown place. Unstoppable in the life limit allowed. Mixed nation, completely indecipherable.  And great dangers all over the place. Ride without stopping to not get caught. Far away from what hides in this unique world. Or else you will end dipping into a panic. Wow! What world is this, Shinegow?


CRÍTICA
Acabei de ler “Shinegow” a 16 de maio de 2012. Dou-lhe quatro estrelas.
Este é um livro de leitura fácil e fluída. O que gostei mais foi o facto de me fazer lembrar as estórias que costuma ler e também escrever quando era mais jovem. Creio que se trata de um trabalho bem conseguido, no geral.
A mudar algo, sugeria uma nova revisão ao texto, dado que há alguns erros corrigir. Também há outras coisas que proporia à autora para usar no segundo volume. Por exemplo, não é preciso usar sempre letra maiúscula num diálogo quando uma personagem está a gritar; percebemo-lo com a simples indicação verbal expressa em seguida. Se nos é dito que a personagem “explodiu”, percebemos logo por aí que não se tratou de uma frase dita em voz baixa ou de forma meiga.
Há igualmente certas partes que deviam ter sido mais desenvolvidas. Por exemplo, quando Jinny está com Thomas numa esplanada perto da Feira dos Cavalos e, de súbito, desmaia. A partir daí há uma precipitação de eventos que parece relativamente forçada, como o teletransporte de Destiny, o que muda entre Jinny e Alexander… e no fim não se fica a perceber bem que papel desempenhou Alexander quanto ao ferimento e às mudanças em Jinny. O que quero dizer é que, na minha opinião, certas coisas não deviam ser tão abruptas; carecem de explicação e um maior desenvolvimento.
Fiquei curiosa para saber o que vai acontecer em seguida, pelo que gostaria de continuar a acompanhar a série.

REVIEW
I just read "Shinegow" the May 16, 2012. I rate it four stars.
This book is quite readable and fluid. What I liked most was the fact that it made me remember the stories that I used to read and also write when I was younger. I think this is a well done work overall.
As to change something, I’d suggest a new revision of the text, since there are some mistakes to correct. There are other things that I’d propose to the author to use in the second volume. For example, you don’t have to use capital letters always in a dialog when a character is shouting; we can perceive it with a simple verbal statement expressed next. If we are told that the character "exploded", we soon realize that it was not a phrase spoken in a low voice, or so sweet.
There are also some parts that should have been more developed. For example, when Jinny is with Thomas in a terrace near the Horse Fair, she suddenly collapses. After that, there’s a rush of events that seems relatively forced, like the teleportation of Destiny, what changes between Jinny and Alexander... and in the end we still don’t get what role Alexander played on the injury and changes in Jinny. What I mean is, in my opinion, certain things should not be so abrupt; they lack of explanation and further development.
I was curious to know what will happen next, so I would like to continue to reading the series.


domingo, 27 de maio de 2012

Crítica| Review: “O Deus das Moscas”, William Golding


SINOPSE
Publicado originalmente em 1954, O Deus das Moscas de William Golding é um dos mais perturbadores e aclamados romances da actualidade.
Um avião despenha-se numa ilha deserta, e os únicos sobreviventes são um grupo de rapazes. Inicialmente, desfrutando da liberdade total e festejando a ausência de adultos, unem forças, cooperando na procura de alimentos, na construção de abrigos e na manutenção de sinais de fogo. A supervisioná-los está Ralph, um jovem ponderado, e o seu amigo gorducho e esperto, Piggy. Apesar de Ralph tentar impor a ordem e delegar responsabilidades, muitos dos rapazes preferem celebrar a ausência de adultos nadando, brincando ou caçando a grande população de porcos selvagens que habita a ilha. O mais feroz adversário de Ralph é Jack, o líder dos caçadores, que consegue arrastar consigo a maioria dos rapazes. No entanto, à medida que o tempo passa, o frágil sentido de ordem desmorona-se. Os seus medos alcançam um significado sinistro e primitivo, até Ralph descobrir que ele e Piggy se tornaram nos alvos de caça dos restantes rapazes, embriagados pela sensação aparente de poder.


BLURB
"The God of Flies". William Golding's classic tale about a group of English schoolboys who are plane-wrecked on a deserted island is just as chilling and relevant today as when it was first published in 1954.
At first, the stranded boys cooperate, attempting to gather food, make shelters, and maintain signal fires. Overseeing their efforts are Ralph, "the boy with fair hair," and Piggy, Ralph's chubby, wisdom-dispensing sidekick whose thick spectacles come in handy for lighting fires. Although Ralph tries to impose order and delegate responsibility, there are many in their number who would rather swim, play, or hunt the island's wild pig population. Soon Ralph's rules are being ignored or challenged outright. His fiercest antagonist is Jack, the redheaded leader of the pig hunters, who manages to lure away many of the boys to join his band of painted savages. The situation deteriorates as the trappings of civilization continue to fall away, until Ralph discovers that instead of being hunters, he and Piggy have become the hunted: "He forgot his words, his hunger and thirst, and became fear; hopeless fear on flying feet." Golding's gripping novel explores the boundary between human reason and animal instinct, all on the brutal playing field of adolescent competition.



CRÍTICA
Finalmente acabei de ler a 1 de Abril de 2012! Dou-lhe três estrelas.
Foi uma leitura lenta e penosa, que se arrastou por quase um mês. Vi o livro à venda e não pensei em comprá-lo, porém após ter lido críticas plena de louvores, decidi arriscar, até porque se trata de uma obra de um autor laureado com o Prémio Nobel da Literatura. Se voltasse atrás, não o compraria.
A história não me agradou, mas todos temos os nossos gostos, por isso creio que estou no meu direito. Compreendo as críticas sociais feitas pelo autor e a perda da inocência por ele sublinhada, contudo não me cativou.
Quanto a fatores positivos, destaco o facto da tradução estar feita em bom Português. É sempre ótimo ler algo bem escrito.


REVIEW
Finally I finished reading this on April 1st  2012! I give it three stars.
It was a slow and painful reading, which dragged on for almost a month. I saw the book on sale and I didn’t think about buying it. However, after reading some reviews full of praise, I decided to risk it, even because it is a work of an author who was awarded the Nobel Prize for Literature. If I turned back on time, I wouldn’t buy it.
The story didn’t please me, but we all have our tastes, so I think that is my right. I understand the social criticism made ​​by the author and the loss of innocence underlined by him, but it didn’t captivate me.
As for positive factors, I highlight the fact that the translation is done in good Portuguese. It's always great to read something well written.


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Crítica| Review: “O Hobbit”, JRR Tolkien


SINOPSE
O mundo de Tolkien ganha vida neste livro cheio de surpresas a serem descobertas em cada página. As aventuras de Bilbo Baggins, um hobbit apreciador do conforto, e de um grupo de anões têm encantado os leitores ao longo de 60 anos contadas através das mágicas imagens a cores de John Howe. Didática, divertida é um grande incentivo à leitura para os mais pequenos e uma homenagem única e inesquecível à clássica história de Tolkien. Prelúdio para a trilogia O Senhor dos Anéis.

BLURB
Bilbo Baggins is a hobbit who enjoys a comfortable, unambitious life, rarely traveling any farther than his pantry or cellar. But his contentment is disturbed when the wizard Gandalf and a company of dwarves arrive on his doorstep one day to whisk him away on an adventure. They have launched a plot to raid the treasure hoard guarded by Smaug the Magnificent, a large and very dangerous dragon. Bilbo reluctantly joins their quest, unaware that on his journey to the Lonely Mountain he will encounter both a magic ring and a frightening creature known as Gollum.
Written for J.R.R. Tolkien's own children, The Hobbit has sold many millions of copies worldwide and established itself as a modern classic.




CRÍTICA
Esta foi uma leitura concluída a 13 de maio de 2012; dou-lhe cinco estrelas.
 “O Hobbit” foi-me oferecido no âmbito de uma parceria que tenho com as Publicações Europa-América. Este foi um livro que esteve em destaque na Feira do Livro de Lisboa 2012 devido ao facto do filme com o mesmo título estrear este ano. Depois de ler esta obra de JRR Tolkien só tenho a dizer que irei certamente ver o filme também!
Esta foi a primeira coisa que li de Tolkien. Claro que já ouvi falar do Senhor dos Anéis, mas apenas vi os filmes e nunca senti curiosidade em ler a trilogia. Acho que foi uma ótima estreia nas narrativas deste autor. Se a minha primeira reação ao ver a letra miudinha das páginas foi “oh, bolas! Se não gostar, estou para ver quando acabo isto”, quando terminei tinha mudado para “até lia mais qualquer coisa deste autor”.
O que mais me agradou foi o tom coloquial usado pelo narrador. Fez-me sentir que estava sentada no chão, à lareira, a ouvi-lo contar-me diretamente a estória. Tolkien consegue envolver o leitor por completo nas atmosferas e ambientes por si apresentados. Também gostei bastante do facto de que a narrativa faz lembrar os contos, na medida em que tem lengalengas e cada ação parece conter uma mensagem moralizadora. Por último, saliento o equilíbrio que Tolkien estabelece entre os momentos de ação e as descrições; está tão bem conseguido, que nunca me aborreci.

REVIEW
This reading was completed on May 13, 2012; I rate it five stars.
"The Hobbit" was offered to me under a partnership I have with the publisher Publicações Europa-América. This book was in the spotlight in Lisbon Book Fair 2012, since the movie with the same title comes out this year. After reading this work of JRR Tolkien, I just have to say that I will certainly see the movie too!
This was the first thing I read by Tolkien. Sure I’ve heard of Lord of the Rings, but I just watched the movies and never felt curious to read the trilogy. I think it was a great debut in the narratives of this author. My first reaction upon seeing the small size of the font on the pages was "Heck! If I don’t like it, I can only imagine when I’ll finish this"; when I finished the book, I changed my speech to "I wouldn’t mind reading something else by this author."
What pleased me most was the colloquial tone used by the narrator. It made me feel I was sitting on the floor, by the fireplace, listening to him telling me the story directly. Tolkien engages the reader completely in the atmospheres and environments he presents. I also quite liked the fact that the narrative is reminiscent of tales, as it has spiels and every action seems to contain a moralizing message. Finally, I’d like to underline the balance that Tolkien sets between moments of action and descriptions; it’s so well done, that I never felt bored.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

3Capas| 3Covers


Na passada quarta-feira não divulguei quaisquer capas de livros devido a compromissos assumidos para com algumas Blog Tours. Esta semana a rubrica "3Capas" está de volta e com mais sugestões da parte de Vítor Frazão. Os interessados em partilhar as suas três capas de livros favoritas apenas têm que me enviar um e-mail para rutecanhoto1@gmail.com. Continuo à espera dos vossos mails!

 

Last Wednesday I didn't divulge any book covers due to commitments with some Blog Tours. This week the "3Covers" area is back with more suggestions by Victor Frazao. Those interested in sharing their favorite three  book covers just have to send me an e-mail to rutecanhoto1@gmail.com I'm still waiting for your mails!





terça-feira, 22 de maio de 2012

Entrevista| Interview Fátima Almeida



Olá! Pode começar por falar-nos um pouco de si? Quem é a Fátima?
Olá! Antes de mais, muito obrigada por esta oportunidade de falar do et al.
A Fátima é professora, desde há nove anos, de Educação Especial. A minha formação de base é uma licenciatura em Humanidades. Em Educação Especial, tenho trabalhado sobretudo com alunos disléxicos, uma vez que tenho estado quase sempre em escolas secundárias, onde, até agora, as problemáticas mais graves (DID, por exemplo. Nomenclatura que, a partir de 2007, substitui a designação «Deficiência Mental».) já não tinham lugar – porque esses alunos, até à Lei n.º 85/2009, de 27 de agosto, estavam na escola apenas até aos 16 anos.
A dislexia é, sem dúvida, das áreas que mais me fascinam. Por esse facto, resolvi ir sobretudo por aí, o que me levou a escolher como tema da dissertação de mestrado a dislexia.
Eu sou sobretudo isso. A vertente da investigação, das leituras várias, das escritas várias, tem um peso enorme no contexto daquilo que eu sou.

Quando começou a dedicar-se à escrita?
Desde que me lembro. O meu lugar preferido sempre foi sentada a ler ou a escrever. Ainda hoje. Eram, durante muito tempo, registos, desabafos, que, muitas vezes, cessavam quando o mote ficava ultrapassado.

Como surgiu a ideia de escrever “Et Al”?
Começou da mesma forma que muitos outros textos que escrevera, enquanto repositório de reflexões, de desabafos. Talvez tivesse ficado, como outras histórias, por concluir, não fosse o facto de ter dado a ler páginas do que já havia a três pessoas que me incentivaram imenso a continuar.

Sobre o que é este livro?
“Et al. é, em primeiro lugar, uma incursão, na primeira pessoa, pelo mundo da Dislexia.
Enquanto professora de Educação Especial de alunos disléxicos, tenho estado no outro lado. Enquanto investigadora nesta área, investigação que integra a dissertação de mestrado recentemente concluída, procurei, procuro, causas, consequências, o como intervir.
Mas o que será ter dislexia? Como será lidar com o inferno que são os outros? Com a ausência do sentido das palavras, com a incapacidade de os sons se unirem num eco inteligível?
Maria das Neves narra o ser disléxico desde a altura em que lhe gritavam o seu INHENHO no recreio da escola até ao momento da sua morte, rodeada por todos os nomes, agora lidos.
O inferno, disse-o Sartre, são os outros. Perdoar esses outros é uma construção longa, por etapas, por nomes. “Et al.” fala de todos os nomes necessários para a construção do outro lado da dor. De todos os nomes, não. De alguns. Os outros, alia, são apenas sugeridos no título, lembrando que muitos há, mas que estão num lugar de pseudo-esquecimento, de fuga. De cura. Por qualquer razão, são apenas os outros. Existem, contudo, nem que mais não seja porque são o que somos, ou somos o que eles foram. E essa, como que, homenagem preenche o rosa da capa.
O rosa que lembra a dor de ser mulher e de todas as derivantes afins: maternidade, a solidão do lado mais difícil da equação.
De rosa, como disse a Prof.ª Maria de Jesus Cabral no lançamento, o livro tem apenas a capa. Contudo, algo sobrevive por entre toda a revolta gritada, sugerida, silenciada. E, afinal, em jeito de revelação, para a própria autora, talvez haja esperança. Para o que quer que seja.
Num mundo, tantas vezes insano, fará sentido que seja a Loucura, de Erasmo de Roterdão, a lembrar que tudo são escolhas. O ficar-se do lado de lá ou de cá do perdão é uma escolha. Como Natália, que optou pelo outro lado, arrastando consigo Maria das Neves, e lavando-a na própria água onde se afundara.
Natália fez várias escolhas. Uma delas foi morrer, mas apenas porque, tal como o Principezinho, talvez (já) não houvesse outra forma de prosseguir. Foi a sua última luta. Essa escolha.

Como se processou a procura de uma editora disponível para apostar no seu livro?
Conhecera uma das pessoas da Editora Edições Esgotadas num curso de voluntariado uns meses antes. Esse foi o motor que me fez deslocar àquela editora. Quando a Comissão Científica dessa Editora leu o texto, fui informada de que estavam disponíveis para o editar. Estou muito grata à Edições Esgotadas por esta oportunidade.

Que comentários tem recebido a propósito de “Et Al”?
Comentários muitíssimo positivos. Alguns, vindos de pessoas consideradas «especialistas» de determinadas áreas da escrita, que realçaram uma vertente mais técnica – a forma como a história nasce, se cria, se constrói; outros, de pessoas que gostam (simplesmente) de ler, que enfatizam as reflexões, mais até do que a história, que as personagens permitem e lhes permitem.

Quais são os seus planos no que concerne à escrita?
Continuar. Sempre! Já iniciei um outro texto, que terá como um dos temas centrais a temática da minha próxima investigação (no contexto do doutoramento). Será também sobre duas outras temáticas que, há muito, quero conhecer melhor. Não poderei dizer mais… apenas que não será sobre dislexia e que tenho muito para estudar!

Onde podem os leitores seguir o seu trabalho?
Gostaria muito que me contactassem para a página do livro (http://www.facebook.com/etalolivro) e até que conhecessem um pouco do que, juntamente com o Psicólogo do Agrupamento onde leciono e com uma técnica informática, temos feito no contexto de um apelo à inclusão escolar e social – porque o et al. é também uma luta pelo direito à diferença – em http://inclunet.esec-nelas.rcts.pt/portal/. Poderão também contactar-me para o mfffalmeida@gmail.com.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Crítica| Review "Et Al", Fátima Almeida


SINOPSE
Et Al. é um livro que cruza existências, baralha-as e, afinal, tudo se resume a... um só ser, a uma só entidade que é muitas e, talvez, não seja até nenhuma. Por isso apresenta-nos uma visão caleidoscópica da realidade que nos rodeia, que nós conhecemos e sentimos, mas que não sabemos traduzir em palavras. O EU feminino fragmentado do narrador vai rodopiando e assumindo pontos de vista que o enriquecem e lhe permitem o distanciamento necessário para perceber o mundo e, sobretudo, para perdoar à vida a insensibilidade das suas agressões. Trata-se de um livro que penetra no âmago do ser humano e revela as verdades simples que poderiam permanecer ocultas para aqueles que se acomodam.

BLURB
Et Al is a book that crosses existences, shuffle them, and ultimately it boils down to... one being, the one entity that is many, and perhaps not even none. So it gives us a kaleidoscopic view of the reality that surrounds us, that we know and feel, but we can’t translate into words. The fragmented female ME of the narrator goes whirling and assuming points of view that allow her to enrich the necessary distance to understand the world and, above all, to forgive life the insensitivity of its attacks. This is a book that penetrates the human heart and reveals the simple truths that could remain hidden for those who settle.



CRÍTICA
Li este livro de uma assentada no dia 6 de Abril de 2012; dou-lhe quatro estrelas.
Trata-se de uma história profunda que nos conduz a reflexões internas, algumas das quais despoletadas por frases soltas de outros autores que surgem para caracterizar o ponto de vista de uma personagem de “Et Al”.
A narrativa não é apresentada de forma linear, isto é, são-nos dados pedaços de informação que no final se agrupam para formar uma história única. Na parte II torna-se difícil perceber quem é quem, o que implica uma maior concentração do leitor, mas com algum distanciamento conseguimos compreender de quem se trata afinal.
Gostei dos temas tratados e da vida sofrida das personagens, na medida em que aprendemos  algo com as lições de vida que nos transmitem. A questão que gostei mais de ver levantada está relacionada com a dislexia e a discriminação que a incompreensão do problema pode gerar. Também gostei da perpetiva dada a propósito da solidão.
Por fim, congratulo a autora pela forma como escreve. É sempre bom ler algo escrito em “bom Português”.

REVIEW
I read this book in one fell swoop on 6th April 2012; I rate it four stars.
It is a deep story that lead us to internal reflections, some of which triggered by loosen phrases from other authors used to characterize the view of a character in "Et Al."
The narrative is not presented in a linear way, ie, we are given pieces of information that ultimately come together to form a single story. In Part II it becomes hard to tell who is who, which implies a higher concentration of the reader, but with some distance we can understand who they are anyway.
I liked the topics covered and the hard life of the characters, as we learn something about the life lessons that they give us. The question that I liked to see brought up was related to dyslexia and the discrimination that can be generated by the misunderstanding of the problem. I also liked the perspective given about loneliness.
Finally, I congratulate the author for the way she writes. It's always good to read something written in "good Portuguese."

domingo, 20 de maio de 2012

Aniversário do Blog UFC




Provavelmente muitos de vós não saberão, mas este não é o único blogue que administro.

A 20 de maio de 2009 criei o Blog UFC, um espaço dedicado a divulgar as atividades do União Futebol Clube dos bairros Olival Queimado e S. João. Desde então o blogue tem promovido os jogos do clube, acompanha o seu desempenho ao longo do campeonato da Taça Fundação INATEL, dá a conhecer os eventos organizados pelo União ou em que este participa, entre outros.

Para celebrar o terceiro aniversário, o Blog UFC está a promover um passatempo. O vencedor receberá um cachecol do clube. Mesmo que não sejam fãs de futebol, que tal passarem por lá e ficarem a conhecer o blogue? Visitem http://ufcalcacer.blogspot.pt

quinta-feira, 17 de maio de 2012

MICHAEL (Airel Saga Book 2) Is Out... And on SALE!)


ONE DAY BLOG TOUR! 

MAY 17th!

Michael, book two in the Airel Saga, is live on Amazon TODAY ONLY for a discounted price!!

To promote Michael I’m hosting a contest where you can win a FREE copy of Airel and win a free Kindle Fire.

To take advantage of this awesome deal, head to Amazon and check out the eBook version of MICHAEL at its promotional price, then see below to enter the contest. Also, leave me a comment on this post. The blogger with the most comments will win the Kindle Fire! If I win, I’ll also get the chance to be part of a special giveaway in the next few months.


Praise for Michael

"Move over Twilight! Here comes Aaron Patterson!"
--Joshua Graham, bestselling author of Beyond Justice and Darkroom


"I was surprised by how much I really, really liked this book. I have not jumped on the whole "fallen angel" bandwagon, just as I didn't jump on all of the vampire stories that came out after Twilight. This is not your typical fallen angel story. It is one that has left me breathlessly waiting for the next one in the series. Hurry up please!!!"
--Sandra Stiles


Description of Michael

Michael did the unthinkable to save Airel from death, but now he must live with the choices he has made--both good and evil. Tortured by his past and haunted by what he believes might be his future, Michael seeks redemption--but will the past prove to be too strong? How can he break free of it and be the man he longs to be for Airel? If only he had never...

Airel. Michael's one true love. He had forced her to drink in new life only to find that old wounds and deep scars do not heal overnight. Can she truly forgive Michael, can she truly love him? And can he accept that forgiveness? Or is it all for nothing, and has he gone too far already? As the darkness of past choices closes in on them, chases them, intercepts them, coming at them from everywhere at once, how can their love possibly survive?


Aaron Patterson is the author of the best-selling WJA series, as well as two Digital Shorts: 19 and The Craigslist Killer. He was home-schooled and grew up in the west. Aaron loved to read as a small child and would often be found behind a book, reading one to three a day on average. This love drove him to want to write, but he never thought he had the talent. His wife Karissa prodded him to try it, and with this encouragement, he wrote Sweet Dreams, the first book in the WJA series, in 2008. Airel is his first teen series, and plans for more to come are already in the works. He lives in Boise, Idaho with his family, Soleil, Kale and Klayton. His daughter had an imaginary friend named She.




Chris White has an award for reading 750 books in one school year — from the 3rd grade. So yes, he’s more of a nerd than Aaron. Chris loves history, Sherlock Holmes, and anything that’s not virtual, like old motorcycles and mechanical typewriters. He also doesn’t get why we have these things called “smart phones” when all they do is make people dumber. Chris recently celebrated 10 years of marriage with his wife, April, and has two boys: Noah, age 8, and Jaden, age 3, who inspired the Great Jammy Adventure series; the OK-to-color-in picture books. Chris is working on a short story called The Marsburg Diary that will further explore the prologue to Airel, and he is finishing up his first novel, entitled K: phantasmagoria, due out in 2011. Chris has a major crush on Audrey Hepburn, who is now dead. His wife is okay with all of this.



a Rafflecopter giveaway

Michael Blog Tour




GUEST POST SOBRE "MICHAEL", ENVIADO POR CHRIS WHITE 

Primeiro de tudo, um agradecimento especial à Rute por me permitir ser convidado no seu blogue, e a todos os nossos incríveis fãs portugueses. A Saga Airel não seria nada sem vocês.

Adiante. “Michael” é o Livro II da saga Airel, e continua a história onde “Airel” (Livro I) parou. Para aqueles que leram, deixámos-vos com um pouco de suspense, e seguimo-lo com muito drama, romance e ação em “Michael”. Não quero estragar nada para quem a série é novidade, mas deixámos algumas pontas soltas em “Airel”. “Michael” ata muitas dessas pontas soltas, introduzindo tantas outras.

A Saga Airel é uma série de livros que se concentra numa ou duas ideias: a primeira, a do Génesis seis, é a do Nephilim - ou "gigantes na terra" - que Aaron e eu interpretamos no sentido de anjos caídos. Chamamos-lhes Caídos e são bons rapazes. Colocámos a pergunta, "E se um anjo se apaixonou tão profundamente por uma mulher que escolheu deixar o paraíso para ficar com ela"? A segunda ideia principal é esta: será que esses "gigantes na terra" tiveram descendentes? Será que eles têm habilidades especiais? Quantas gerações teriam esses superpoderes? E, claro, que tipo de maus da fita podiam estar atrás deles? Para aqueles familiarizados com “Airel”, já sabem: é a Irmandade.

“Michael” aproveita um monte de ideias de “Airel” e desenvolve-as mais. Estou particularmente feliz como a personagem de Michael cresce neste livro. Para os fãs que queriam saber mais sobre a nossa personagem de pôr o coração a latejar, terão muita informação nova aqui. E apesar deste ser o livro dele, com muita da sua estória contada a partir do seu ponto de vista, Airel ainda é a personagem principal. Ela é a nossa protagonista, e uma grande parte da estória ainda é contada (como no primeiro livro) do seu ponto de vista.

Mas não nos limitámos a isto. Introduzimos várias novas personagens, boas e más. A estória de Michael começa de facto, indo desde as montanhas de Sawtooth em Idaho, ao alto deserto aberto do leste do Oregon, Atlântico Sul, e - o meu favorito - África do Sul. Passei seis meses lá em 2002, por isso estava ansioso por escrever uma estória localizada aí. Há perseguições de carros, batalhas épicas, novos vilões impossíveis, agentes clandestinos, e reviravoltas de enredo mais com personagens novas que não vai conseguir antecipar.

Falando em novas personagens, uma das minhas favoritas é o Sr. Emmanuel. Irão encontrá-lo no final do livro. Não sei o que se passa com os bandidos, mas são muito divertidos de escrever. Também irão conhecer os pais de Airel pela primeira vez neste livro.

Mais coisas? Bem, só têm que verificar por vocês mesmos. “Michael” está à venda para Kindle a 17 de maio, e o lançamento na versão impressa está previsto para 15 de junho. O Aaron e eu já estamos debater ideias para o Livro III da Saga Airel, “Uriel”, que chegará em breve. Não se esqueçam de verificar os diários da Saga Airel, começando com o "Marsburg Diary - Book I”  e, em breve, “O Diário de Wagner”. Obrigado mais uma vez, Rute, e obrigado a todos os nossos fãs!



SINOPSE
Michael fez o impensável para salvar Airel da morte, mas agora tem de viver com as escolhas que ele, boas e más. Torturado pelo seu passado e perseguido pelo futuro, Michael procura redenção. Airel ganhou nova vida nova apenas para descobrir que velhas feridas profundas não cicatrizam de um dia para o outro. Poderá ela perdoar o seu amor ou perdê-lo para sempre na sua mente?

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Reading Addiction Blog Tour: Jayde Scott




Entrevista a Jayde Scott

Jayde Scott é licenciada em psicologia e uma escritora reconhecida por criar a série “Ancient Legends”. “Dead and Beyond” é o quarto livro desta saga e Jayde está já a trabalhar no quinto volume. Aqui fica mais sobre esta autora britânica, que ‘viveu por todo o mundo’.


Olá, Jayde. Quando começou a escrever?
Assim que consegui soletrar. Costumava ler um monte de romances (penso que de Barbara Cartland e Sandra Brown) e reescrever o final. Acho que o “bichinho” esteve sempre lá. Eu adorava livros em criança, particularmente o seu cheiro, e implorei à minha mãe que me ensinasse a ler antes de entrar para a escola. Sempre que adorava um livro, relia-o inúmeras vezes para recordar as passagens que me fascinavam, e depois tentava escrever algo semelhante.

Vê a escrita como uma carreira?
Definitivamente, sim. Vejo-a como um trabalho e tento tratá-la como tal. No entanto, na maioria das vezes isso não funciona, porque os compromissos da vida e outros se intrometem.

Quando se começou a considerar uma escritora?
Tendo em conta que costumava passar a maior parte do meu tempo livre a escrever, sempre me considerei uma escritora no coração. Quando me tornei numa autora publicada só mudei o meu estado de submetendo/ não publicada para publicada.

Que livros que influenciaram principalmente a sua vida?
Definitivamente “O Senhor dos Anéis”. Tolkien ensinou-me bastante sobre descrição e desenvolvimento de personagens; basicamente, moldou a minha escrita. Também Anne Rice. Sem os seus livros inspiradores, poderia ter levado algum tempo a perceber que escrever sobre vampiros, anjos caídos e demónios é o que quero fazer na vida.

Se tivesse que escolher, que escritor consideraria um mentor?
Esta é difícil, mas diria Tolkien, com o seu talento para a construção de um mundo e personagens fantásticos. Ele pode preencher páginas e páginas com a descrição mais bonita e prosa.

Que livro está a ler agora?
Atualmente estou a ler e a editar o meu novo romance de ficção científica, que é o primeiro livro de uma nova série que deve sair em setembro. Editar demora tanto que não tenho tempo nem energia para ler qualquer outra coisa.

O que a inspirou a escrever o seu primeiro livro?
Foi uma novela chamada “A Rainha dos Condenados”, de Anne Rice. Adorei esse livro e mal podia esperar por começar a trabalhar no meu próprio romance de vampiros. Eis um que ainda está ganhar poeira nalguma gaveta.

Tem um estilo de escrita específico?
Como a maioria dos escritores, tenho. Prefiro o uso da primeira pessoa do singular, e tenho tendência para a descrição e para o sarcasmo. O meu primeiro esboço tende a ser bastante detalhado, mas tenho um editor que não tem medo de cortar.

Existe algo que ache particularmente desafiador na sua escrita?
Não editar enquanto escrevo. Levo uma eternidade a terminar um capítulo, porque sou uma perfecionista compulsiva que continua a reescrever e a ajustar até que sinto que está tudo do modo que quero que esteja. Sei que não devo editar enquanto escrevo, mas simplesmente não consigo evitar.

Qual foi a parte mais difícil de escrever no seu livro?
O último capítulo. Emociono-me e tenho sempre dificuldade em terminar o último capítulo.

Há alguma mensagem no seu romance que quer passar aos leitores?
Fantasmas existem e nem sempre são bons... ou assim o creio.

Quanto do livro é realista?
As partes das assombrações por poltergeist são baseadas em pesquisas, portanto diria que é bastante realista.

São experiências testemunhadas por alguém que conhece ou eventos vividos por si?
O meu romance para mulheres “The Divorce Club” baseia-se bastante nas minhas próprias experiências com o namoro e traições. Contudo, tendo a ficar longe de temas pesados ​​na minha série de romance paranormal, “Ancient Legends”. “Dead And Beyond” é basicamente uma fantasia, embora não me importasse de encontrar um belo vampiro de olhos azuis como o Aidan.

Aprendeu alguma coisa ao escrever o seu livro?
Não espere que a inspiração o encontre. Escreva mesmo quando não se sentir com vontade.

Conte-nos as suas últimas novidades.
Estou atualmente em processo de migração e a aprender uma nova língua, o que é difícil, mas também é uma experiência muito interessante.

Quais são seus projetos atuais?
O quinto livro da série “Ancient Legends”, “Forever And Beyond”, que segue Amber e introduz alguns novos elementos paranormais e muita magia negra e traição.

Pode partilhar um pouco mais sobre o seu atual trabalho connosco?
O meu livro mais recente é “Dead And Beyond”, um mistério/ romance paranormal. Tendo sido transformada pelo seu namorado vampiro, Amber Reed (de 18 anos) é agraciada com a habilidade de ver fantasmas. Entre tentar descobrir como controlar a sua sede de sangue e resolver o misterioso desaparecimento de um amigo, Amber percebe que alguém quer a muito custo - e tudo fará para isso - tomar o seu lugar. Quando um segredo surge após outro, a única pessoa que acredita nela é o seu inimigo, Devon. Amber não consegue perceber se ele está aqui para a ajudar ou para salvar a sua própria raça imortal de perder uma antiga guerra contra os vampiros. O que ela sabe, porém, é que não pode resistir à sua boa aparência tanto quanto não consegue evitar tornar-se em alguém diferente... Num mundo de magia negra e antigos inimigos, três cortes poderosas lutam pela supremacia, e Amber pode ser o peão certo para ganhar esta guerra de uma vez por todas. Mas como poderá uma rapariga sobreviver quando todos querem vê-la morta?

Tem algum conselho para outros escritores?
Vejam mais acima. Além disso, continuem a trabalhar para melhorar o vosso estilo e prosa.

Tem algo que queira dizer aos seus leitores?
Muito obrigado por lerem os meus livros.



DEAD AND BEYOND - SINOPSE
Toda a gente tem um segredo sombrio - é o que Amber Reed percebe quando o seu namorado Aidan a transforma em vampira contra a sua vontade. Quando algo de errado acontece e a sua amiga desaparece, todos os minutos contam. O cerco parece apertar-se em torno de Amber, e há cada vez mais coisas em risco quando se torna num peão numa antiga guerra entre três raças poderosas que lutam pela supremacia. Amber está prestes a descobrir quem realmente é Aidan... e o segredo não é nada que tenha imaginado.



CRÍTICA
Acabei de ler “Dead and Beyond” a 3 de maio de 2012. Dou-lhe quatro estrelas numa escala de um a cinco.
Este é o quarto livro da série Ancient Legends de Jayde Scott, e foi logo o primeiro que li. Lol! Parece que nunca começo pelo número um; sou um desastre! Apesar disso, não senti que me faltava de dados de background, pois a autora vai dando dicas ao longo da estória, o que é um ponto a seu favor. Tenho inclusive a salientar que fiquei com bastante vontade de ler os livros anteriores, pois as narrativas, embora sigam uma linha temporal, abordam estórias que existem por si e não dependem exclusivamente da anterior. Sim, uma é a consequência de outra, mas não é por falharmos um volume que vamos perder o fio à meada. Espero conseguir ler o resto em breve.
Outro ponto que me agradou foi o facto da narrativa não ter grandes saltos temporais. Gosto de estórias corridas. Acho que nisso eu e Jayde somos parecidas; sigo o mesmo estilo quando escrevo, o que ajudou a identificar-me ainda mais com a autora e este livro.
Quanto à estória em si, é uma típica YA, com um par romântico e muitas aventuras e dramas. A quebrar a “rotina” estão os fenómenos relacionados com poltergeist, o que é ótimo para não dizermos “já li isto antes”. As novidades são sempre bem vindas.
Apenas gostaria de ter percebido melhor o que se passa com a Amber, dado que tal foi remetido para o próximo volume. Que tal uma dica?



*Disclosure of Material Connection: I am a member of Reading Addiction Blog Tours and a copy of this book was provided to me by the author. Although payment may have been received by Reading Addiction Blog Tours, no payment was received by me in exchange for this review. There was no obligation to write a positive review. All opinions expressed are entirely my own and may not necessarily agree with those of the author, publisher, publicist, or readers of this review. This disclosure is in accordance with the Federal Trade Commision’s 16 CFR, Part 255, Guides Concerning Use of Endorcements and Testimonials in Advertising*


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